O nome vem da ideia de um rótulo em branco: o fabricante entrega o produto pronto, e quem vende coloca a própria marca. O modelo existe em muitos mercados. Em pagamentos, ele permite lançar uma operação sem construir a tecnologia do zero.
White label em pagamentos
Numa operação de pagamentos white label, os lojistas e os clientes deles só veem a sua marca:
- painel e checkout no seu domínio;
- seu nome, logotipo e cores;
- e-mails, documentação e API com a sua identidade;
- taxas e regras definidas por você.
O fornecedor da tecnologia fica nos bastidores. Eventuais identificações legais do fornecedor ou do parceiro financeiro são combinadas em contrato.
Quem faz o quê
| Parte | Papel |
|---|---|
| Sua operação | Marca, lojistas, taxas, KYC/KYB, fluxos e configurações |
| Fornecedor white label | Plataforma, infraestrutura, painel, API, checkout, integrações, manutenção e suporte técnico |
| Parceiro financeiro | Processamento da cobrança, liquidação e Pix de saída |
É assim que funciona a plataforma da XF TECH, descrita passo a passo em como funciona.
O que o white label não resolve
White label é tecnologia. Ele não substitui a autorização do Banco Central quando a sua atividade exigir, não define em nome de quem ficam os valores e não escolhe o parceiro financeiro por você. Essas definições são do seu modelo de negócio, do contrato e do seu jurídico. A diferença para um serviço regulado como o BaaS está em BaaS x gateway white label.
Quando faz sentido
White label faz sentido quando o seu diferencial está em clientes, nicho, atendimento ou distribuição, e não em escrever software de pagamentos. Quando a tecnologia é o próprio produto, desenvolver pode valer mais. A comparação está em white label ou desenvolver do zero, e o conceito completo, com vantagens e limites, em gateway white label.